segunda-feira, 5 de outubro de 2009
O antônimo de Fumo é Vortemo...
Bueno, depois de um mês com o blog fora do ar por questões que espero em breve poder compartilhar, cá estou.
Logo, logo entro no ritmo novamente.
Àqueles que me acompanham, uma grande abraço e vamo que vamo!
domingo, 9 de agosto de 2009
Dia dos pais...
Quem nunca pensou naquela máxima: quando eu crescer, quero ser que nem meu pai. Normalmente filhos de médicos querem ser médico; de jornalistas, jornalistas; engenheiros, engenheiros; advogados, advogados e blá blá blá... As atividades rotineiras da profissão do pai, é óbvio, fazem parte do crescimento do filho. Instrumentos de trabalho estão a solta dentro de casa, o uniforme sempre é algo que de vez por outra pode ser utilizado como fantasia e uma série de outras coisas que essa história nos permite.Porém, confesso que pra mim as coisas não foram muito nessa linha. Por mais que a profissão do meu pai – caminhoneiro autônomo - pudesse parecer para as outras crianças, que conviviam comigo, um tanto quanto mágica, os meus olhos não enxergavam tudo o que eles viam. O glamour virava em torno de: imaginem viajar por tudo o Brasil; Não ter rotina; conhecer lugares diferentes a cada dia... De fato parece um tanto quanto mágico, mas não me encantava tanto assim. Uma cabine que para as crianças mais parece um painel de uma nave espacial; O privilégio de olhar a todos do alto; e até mesmo – ainda que isso possa alimentar um pouquinho a nossa vaidade – se achar dono da estrada. Por mais “belo” que tudo aquilo pudesse “ser”, eu viajei pouco e brinquei pouco no volante da velha Scania 111 (jacaré laranjão).
De uns anos pra cá tenho refletido sobre tudo isso. Meu avô era caminhoneiro, meu pai é, porém, tanto eu quanto meu irmão nunca fomos muito apegados a toda essa função. Na data de 25 de julho, dia do motorista, me emocionei ao ler um caderno no jornal que falava da vida de motoristas. De poder ver traduzido ali, histórias que por mais diferentes, muito se assemelhavam com as vividas por meu pai, por mim e todos de minha casa. Me emocionei ao cumprimentá-lo pelo dia de sua profissão, enquanto ao fundo, ouvia-se as buzinas de caminhoneiros que desfilavam na procissão motorizada em homenagem a São Cristovam – padroeiro dos motoristas.
Querer ser como meu pai. De fato eu quero sim! Não, não quero ser caminhoneiro, mas quero ser como ele! Ser uma pessoa feliz, que por onde passa irradia a sua alegria; por onde anda agrada um e outro; por onde se encontra movimenta um grupo de pessoas e sem que aquilo seja forçado e torna-se facilmente o centro das atenções. Um marido amoroso e um pai afetuoso, ainda que com poucas palavras, mas com um olhar que diz tudo. Uma pessoa querida por todos, de bem com a vida, temente a Deus, e que deixa como legado, não o caminhão, e sim a postura de um gigante das estradas. Postura de integridade que nos permite a cada dia andar de cabeça erguida. Postura de luta, que mesmo em tempos de crise no transporte de cargas – com roubo de caminhão em 1999, doença da vó Nica durante alguns anos e outras coisas mais – deu a seus dois filhos a benção de se formarem no ensino superior - eu inclusive em universidade paga. (Acho até que isso é meio piegas, tudo bem)
Não ganhei o caminhão do meu pai pra trabalhar, mas recebi a orientação e a educação para ter a minha própria profissão. E com tudo isso, poder ver meu pai emocionado, comemorando comigo cada passo dado e cada vitória alcançada, como diria o mastercard: não tem preço.
Talvez o único ranço que tenha ficado dessa história toda é quando eu estou dirigindo e o motorista profissional está ao meu lado. O que tenho pra dizer sobre isso é que: como co-piloto ele é um ótimo, excelente e magnífico PAI.
Senhor Deus, obrigado por me dares Glauber Jeske Decker como pai.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Deus é fiel
Muito em breve, quero compartilhar mais essa experiência com esse Deus que me surpreende a cada dia.
"Cada dia para Ti eu viverei
Cada dia seguirei Teu coração
Cada dia, eu Te amarei, Senhor."
Abração!!!!
terça-feira, 28 de julho de 2009
Amigos na cidade
Um carro veio de Caxias do Sul – na verdade ainda não sei se aquilo era um caro ou uma nave incandescente. Cristiano Pelego, Nath, Tchesco e Taisa (o casal de 2010/2) partiram da segunda maior cidade do estado. No meio do caminho, na maior cidade do estado – nossa capital – pegaram outra amiga que mora longe: Carine, de Três Coroas. MaGavilha... Carro cheio e pronto para decolar.
Foi apenas um fim de semana, mais especificamente, dois ralos dias, porém, com uma intensidade sem medida.
A programação estava pronta. Iniciaremos pela visita ao centro histórico, depois almoçamos, vamos até a Charqueada fazer um passeio de barco e depois: Laranjal.
Saímos do centro e em direção a casa Juh pra preparar o mate, passamos pela Catedral. Mesmo para um grupo de evangélicos, o sentimento que aquilo representa é algum majestoso. Ficaram ali registros ótimos. Os vitrais, a cúpula, as colunas. Só o que estragaram as fotos foram as nossas latinhas. Teve até pelotense que nunca tinha entrado na Catedral. Só por isso já valeu!
Meia volta, e vamos para o único destino confirmado: praia do Laranjal. Um ótimo momento de conversas e o momento em que as gurias se lavaram batendo fotos. Claro, naquela função de que na média, são uns 50 clics pra um resultado de sete (seeeeeetiii) fotos aproveitáveis... Também foram momentos de dar mais valor ainda pra cidade, quando o Tchesco comenta que se surpreendeu positivamente com Pelotas. Que por aquilo que ele ouvia falar, não imaginava que fosse assim. Mais um ponto pra nós! Muitas fotos no trapiche. Algumas inclusive reveladoras... mas deixa quieto. Depois um pastelzinho na Barra e voltamos pra casa.
À noite o Central Perk dos Friends entrou em ação – a agora com aqueles sofás ali, até que ta parecido mesmo. Mais uma vez o Leandro se puxou no churras. Quase não demos conta de comer picanha, entrecô e salsichão. O doce foi algo que contribuiu para dar aquela selada. Todos tristes, jogados nos sofás e nas cadeiras esboçando algumas caras de sono. Entre uma bocejada e outra, surge uma idéia brilhante: Vamos brincar de qual é a música! Idéia da Taisa que passou as regras e iniciou a partida. Que disputa! Até descobri que as gurias não são tão boas nisso quanto parece. Até por que, quando a gente canta uma música que elas muito conhecem e que muito dançaram, se fazem de desentendidas... (mais explicações em um dos recados do meu Orkut). Foi divertido... achei que todos tinham fumado um boa noite ou então cheirado um Flit. Valeu! A noite matou a pau. Estávamos nos encaminhando para o último dia de convívio.
Domingo, 19/07, aniversário da Taisa

É hora de dar tchau!
Um fim de semana que ficou marcado... Com pessoas que conhecemos há tão pouco tempo, mas que já fazem parte da nossa vida tão de perto.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Pelotas, minha cidade!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Dia do Amigo – João 15.15
No capítulo 15 do Evangelho de João tem uma palavra muito interessante sobre a expressão Amigo. O versículo 15 diz o seguinte: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.”
Nesse capítulo João inicia falando da conhecida parábola da Videira Verdadeira. Ali, Jesus se compara a essa planta e associa a Deus Pai o título de agricultor. Diz que nós somos os ramos e, caso não venhamos a dar fruto, somos cortados e lançados fora. Sabemos que os galhos, os ramos são os responsáveis por frutificar – especialmente se tratando de uma videira. Para que isso ocorra, precisamos estar ligados de fato a Jesus de onde corre a verdadeira “seiva” que alimenta os “galhos”. Com esses “galhos” bem nutridos e alimentados fica muito fácil frutificar.
Pois bem, são seis versículos que falam de relacionamento. Falam de estarmos ligados a Jesus. Cumprindo com seus ensinamentos e sendo sustentado pela sua graça. Em seguida, Jesus continua falando dessa relação de reciprocidade que existe entre Deus e os homens. Fala expressamente do amor de Deus e nos orienta a amar-mos uns aos outros assim que Ele nos amou (e nos ama).
Nessa construção Jesus toca em uma grande ponto ao se referir aos discípulos. É então que ele tasca o versículo 15. Jesus não se refere aos seus como servos, mas como amigos. E ele ainda explica dizendo que tudo que Ele tem recebido do Pai tem revelado àqueles que o seguiam (e o seguem) de todo o coração.
Pois bem... Hoje é o Dia do Amigo (20/07). Deus quer ser o nosso melhor amigo. Com certeza Ele faz a sua parte. Porém, a palavra relacionamento prescinde recíproca. A pergunta nesse dia em que muitas vezes recebemos cumprimentos de pessoas que – perdoem-me a indelicadeza - não podemos nominá-las com o título de Amigo. Já o senhor Jesus está esperando o nosso cumprimento. Está esperando a nossa oração que dirá: “Senhor Jesus. Eu seu que tu és o meu melhor amigo, porém, a minha recíproca nem sempre é verdadeira. Vem cuidar de mim e faze crescer esse meu relacionamento contigo. Tudo isso pra que dia-a-dia eu possa ser um ramo bem alimentado, nutrido, que dê bons frutos”.
A todos vocês, uma feliz dia do Amigo.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Aos seus amados Ele dá enquanto dormem - Salmo 127.2
