segunda-feira, 3 de maio de 2010

Cesta de Café da Manhã

Pessoal, também podem fazer encomendas comigo pelo email cldecker@gmail.com ou pelo telefone 8112-5050.
Grande abraço!!!

domingo, 25 de abril de 2010

Onde estava Tomé?

Base da mensagem: João 20.19-31
19 Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! 20 E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor. 21 Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. 22 E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23 Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos.
24 Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. 25 Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.

26 Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos, e Tomé, com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! 27 E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente. 28 Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu! 29 Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram. 30 Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. 31 Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.

Bem, essa passagem é bastante conhecida nossa quando falamos de incredulidade, do ver para crer, que Tomé era extremamente racional e que não conseguira crer na ressurreição sem antes ver o Cristo ressurreto. Quando lemos essa passagem somos objetivamente admoestados a crer nas promessas do Senhor, no seu sacrifício vivo e na sua obra redentora, assim como ele já havia anunciado e como já havia sido predito pelos profetas.

Mas a pergunta que me vem à mente quando leio essa mensagem é: Onde estava Tomé quando Jesus apareceu aos discípulos pela primeira vez? O que estava fazendo Tomé naquele momento em que recentemente, há três dias recém Jesus havia morrido? Qual era o sentimento de Tomé naqueles momentos? Com quem Tomé andava?

Bem, vamos lembrar o que acontecera uma pouquinho antes. De acordo com o Evangelho de João, bem cedo do Domingo, o terceiro dia, Maria Madalena foi até o sepulcro e a pedra estava removida. Pensando que o corpo de Jesus havia sido roubado, correu para avisar a Pedro. Pedro e outro discípulo foram até o tumulo e viram definitivamente que Jesus não estava no sepulcro. Foram embora, mas Maria Madalena permaneceu lá. Nestes instantes em que ela permaneceu no local foi que Jesus apareceu para ela. Num primeiro momento pensando que era um jardineiro, mas em seguira reconhecendo a voz do mestre. Maria Madalena foi correndo aos discípulos para contar que Jesus tinha aparecido a ela. Muitos acharam que poderia ser uma visão e tudo mais. Estavam preocupados que o corpo de Jesus tivesse sido roubado até como forma de incriminar os discípulos. Tudo isso aconteceu durante o período da manhã.

Então ao cair da tarde Jesus aparece aos discípulos. Os discípulos se alegraram ao vê-lo e logo ele foi embora. Neste primeiro encontra Tomé não estava. E daí retornamos as nossas perguntas: Onde estava Tomé quando Jesus apareceu aos discípulos pela primeira vez? O que estava fazendo Tomé naquele momento em que recentemente, há três dias recém Jesus havia morrido? Qual era o sentimento de Tomé naqueles momentos? Com quem Tomé andava?

Na verdade creditamos a Tomé a característica incredulidade que era também de todos os demais discípulos, apenas não ficou tão evidenciada. Uma vez que não acreditaram nas mulheres quando elas contaram que haviam visto Jesus. Os próprios discípulos no caminho de Emaús não conheceram Jesus. O que nos mostra que os discípulos eram mesmo pessoas como nós, afoitos, incrédulos, medrosos por muitas vezes...

Mas voltemos a Tomé. Em especial algumas características dele ficam muito evidentes em algumas passagens em que seu nome é envolvido. Como de uma natureza pessimista, imaginando o pior, o que fica evidenciado na leitura de João 11.16, porém, bastante corajoso, espontâneo e que dizia o eu pensava.. “Então, Tomé, chamado Dídimo, disse aos condiscípulos: Vamos também nós para morrermos com ele” – contexto da ida para cura de Lázaro. Ou na passagem de João 14.5 “Disse-lhe Tome: Senhor, não sabemos para onde vais; como então poderemos saber o caminho?” – No contexto do Eu sou o caminho a verdade e a vida. Quem perguntaria alguma coisa que o que questionou já disse que todos sabem a resposta?

Talvez Tomé estivesse chorando sozinho, em função de sua natureza pessimista, imaginar que o pior teria acontecido e que Jesus não ressuscitaria; talvez já estivesse arrumando as suas coisas para voltar à atividade que tinha antes de aceitar ser discípulo; talvez estivesse andando com os antigos amigos, por ter se desiludido com a missão de Deus; Será que ele estava em casa ou vagando pelas ruas?

Hoje
E nós onde andamos quando não estamos reunidos com o corpo de Cristo?
Pela passagem, vemos que existem bênçãos que só recebemos quando estamos reunidos com os irmãos – Jesus se apresentou aos discípulos que estavam reunidos. Podemos dizer que Jesus se apresenta pra nós em comunidade no mínimo duas vezes durante a semana, durante os cultos de nossa comunidade, isso fora os grupos de comunhão, estudos bíblicos e outros grupos da nossa comunidade.

Onde nós estamos quando não estamos reunidos em comunidade para receber a benção que Deus reservou para que recebêssemos quando estaríamos reunidos como corpo de Cristo. Não estou dizendo aqui que nós temos que participara de todos os grupos e programações que existem na comunidade, mas que nós devemos ter uma rotinha de adoração e participação do corpo de Cristo, seu rebanho, sua igreja. A presença nos cultos faz parte da nossa adoração a Deus. Claro que o culto é um lugar onde recebemos, onde aprendemos e onde o Espírito de Deus nos converte. Mas a nossa presença no culto, não é para que a gente se sinta bem. Daí vem aquele comentário: “Quando eu saio da igreja, parece que a gente sai com uma coisa boa assim sobre a gente”. Isso é a mesma coisa que as pessoas que vão tomar passe no Centro Espírita, ou que vão à sessão do descarrego tanto na Umbanda como na Igreja Universal, dizem que sentem. Viemos ao culto como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12.1), por louvor a Deus pela sua graça e sua misericórdia. O resultado de estarmos aqui é o relacionamento com Deus e o relacionamento que se estabelece – ou que deveria se – com os demais irmãos.

Quando nos propomos a nos relacionamento com Deus aprendemos a cada dia quais são os propósitos Dele pra nossa vida. Com o estudo da sua palavra podemos ter a certeza de que a igreja é sim um grande hospital, com muita gente enferma, precisando de ajuda. Aprendemos que a vida no relacionamento com Deus é uma caminhada que é dada com um passo a cada dia, com graça sobre graça, com dias que estamos lá em cima e de outros que estamos lá em baixo; uma caminhada de altos e baixos; de erros e acertos; de errar, mas de reconhecer que se errou.

Um lugar que a gente cresce com os outros e que a gente faz os outros crescerem também. Quem nunca esteve em um grupo de estudo ou grupo de comunhão, ou até mesmo em um culto em que há um testemunho e vemos que as vezes pessoas que imaginamos inabaláveis passam por problemas semelhantes aos nossos, em alguns casos ainda piores. Pessoas que tem questionamentos sobre os mistérios da vida tão grandes como os nossos, mas que mesmo assim se encontram dispostas a buscar o aprofundamento no relacionamento com Deus, crendo que Deus é fiel pra cumprir com tudo aquilo que ele prometeu. Se não neste mundo, então na eternidade.

É por isso, amados, que existem bênçãos que nós só poderemos alcançar quando estivermos reunidos em comunidade, envolvidos uns com os outros, nos dispondo a sermos suporte uns aos outros. Assim, além de sermos edificados pela palavra, o relacionamento e a “comum + união” com pessoas é o que nos permite perseverarmos no caminho.

Mais uma vez pode estar vindo a nossa cabeça de que: não dá pra participar na igreja, por que na verdade aquele que canta no louvor é uma pessoa que não cumprimenta a gente quando está fora da igreja; ou por que eu nunca recebi uma visita do pastor da comunidade; ou por que o cara aquele que leu os avisos me cobrou um serviço muito mais caro que o “justo”. Ou o cara que fica pregando lá na frente, me deve uma grana há um baita tempo... Não quero ser conivente com nenhum desses exemplos, quero dizer que Deus e que a sua orientação para que vivamos em comunidade é muito maior do que qualquer uma dessas falhas humanas que temos aqui dentro. Talvez essa pessoa que você está lembrando esteja precisando aprender com o seu exemplo, com a sua postura. Em comunidade aprendemos, mas com certeza ensinamos muito também. Precisamos da comunidade para ficarmos firmes no relacionamento com Deus, prontos para a sua volta, ou para quando formos chamados por ele.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Anonymus Gourmet já diria: Voltaremos!!!



Então... Espero, dentro em breve, poder utilizar uma das frases que tem marcado os programas de culinária: Voltaremos!!!

Vamos reavivar (na forma mais pentecostal que podemos entender a palavra) esse espaço.

Abraço a todos!!!

sábado, 24 de outubro de 2009

Moral da história



Nesta quinta, sexta e sábado me dei o tempo de assistir, novamente, a trilogia do Senhor dos Anéis. Isso mesmo: os três filmes na colada. Foram então 11 horas e meia em frente à TV, com uma trilha sonora fantástica, imagens belíssimas e uma estória que te faz viajar...

Viagem ou não, desde a primeira vez que assisti os filmes, me lembro das questões e discussões que sempre ficavam em torno da obra. Por saber que Tolkien era cristão e também muito amigo de CS Lewies (autor de Crônicas de Nárnia), nada me tira da cabeça que em toda a produção existem muitos elementos que fazem relação – e de forma bastante forte – ao mundo espiritual que vivemos.

Além disso, toda a jornada da Sociedade do Anel traz vários ensinamentos que são muito palpáveis para cada um de nós. Conceitos como: amizade, lealdade, companheirismo, força, coragem, responsabilidade e vários outros... Um dos momentos do filme – no disco três, o Retorno do Rei - que me tocou bastante foi a ocasião em que Frodo e Sam – os amigos Hobbits - já estavam na montanha que abrigava o vulcão de Sauron. Frodo já não agüentava mais o peso de ter que carregar o anel e quanto mais perto do destino chegavam, pior ficava. Sam sabia que o fardo de carregar aquele objeto que despertava corrupção era de Frodo, e não poderia fazer isso por ele. Foi nesse momento em que Frodo estava exausto e imóvel no chão que Sam diz uma das frases que pra mim foram bastante fortes em toda a história da trilogia: “Não posso carregar ele (o anel) por você, mas posso carregar você”. Imediatamente me veio a cabeça a palavra de Colossenses 3.13 que diz: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”.

Há poucas cenas atrás, os grandes amigos haviam brigado por discórdia de Smeagell – um ser que havia sido totalmente destruído pelo poder do anel. Sam injustiçado, ainda assim foi de trás de Frodo para servir de suporte a ele. Um belo exemplo para ilustrar as palavras do apóstolo Paulo, demonstrando seu perdão e suportando o amigo em suas próprias costas.

Esse pequeno trecho dessa história tão brilhante e fascinante me leva a pensar e a refletir na caminhada da vida. De fato ninguém pode viver a vida do outro, resolver os problemas do outro etc. Cada um tem a sua vida e é ela que deve ser vivida. Agora o que podemos e devemos fazer, seguindo orientações da própria Palavra de Deus, é estarmos prontos para ser suporte àqueles que necessitam da nossa força. Não resolvendo seus problemas oferecendo formulas mágicas para que a dor passe. O que podemos é ser apoio para que a própria pessoa possa viver e resolver os seus desafios.

Como no filme, Frodo tinha a Sam; Merry tinha a Pippin; Aragorn estava acompanhado do Elfo Legolas e do anão Gimli... Todos sempre sob as orientações de Ghandalf formavam a Sociedade do Anel...

Bem, vou parar com as filosofias e relações por aqui, isso pra não gerar grandes divagações... se bem que uma hora dessas eu me animo... Alguém aí é parceiro?

Flw!!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O antônimo de Fumo é Vortemo...

Salve, salve...
Bueno, depois de um mês com o blog fora do ar por questões que espero em breve poder compartilhar, cá estou.
Logo, logo entro no ritmo novamente.
Àqueles que me acompanham, uma grande abraço e vamo que vamo!

domingo, 9 de agosto de 2009

Dia dos pais...

Quem nunca pensou naquela máxima: quando eu crescer, quero ser que nem meu pai. Normalmente filhos de médicos querem ser médico; de jornalistas, jornalistas; engenheiros, engenheiros; advogados, advogados e blá blá blá... As atividades rotineiras da profissão do pai, é óbvio, fazem parte do crescimento do filho. Instrumentos de trabalho estão a solta dentro de casa, o uniforme sempre é algo que de vez por outra pode ser utilizado como fantasia e uma série de outras coisas que essa história nos permite.

Porém, confesso que pra mim as coisas não foram muito nessa linha. Por mais que a profissão do meu pai – caminhoneiro autônomo - pudesse parecer para as outras crianças, que conviviam comigo, um tanto quanto mágica, os meus olhos não enxergavam tudo o que eles viam. O glamour virava em torno de: imaginem viajar por tudo o Brasil; Não ter rotina; conhecer lugares diferentes a cada dia... De fato parece um tanto quanto mágico, mas não me encantava tanto assim. Uma cabine que para as crianças mais parece um painel de uma nave espacial; O privilégio de olhar a todos do alto; e até mesmo – ainda que isso possa alimentar um pouquinho a nossa vaidade – se achar dono da estrada. Por mais “belo” que tudo aquilo pudesse “ser”, eu viajei pouco e brinquei pouco no volante da velha Scania 111 (jacaré laranjão).

De uns anos pra cá tenho refletido sobre tudo isso. Meu avô era caminhoneiro, meu pai é, porém, tanto eu quanto meu irmão nunca fomos muito apegados a toda essa função. Na data de 25 de julho, dia do motorista, me emocionei ao ler um caderno no jornal que falava da vida de motoristas. De poder ver traduzido ali, histórias que por mais diferentes, muito se assemelhavam com as vividas por meu pai, por mim e todos de minha casa. Me emocionei ao cumprimentá-lo pelo dia de sua profissão, enquanto ao fundo, ouvia-se as buzinas de caminhoneiros que desfilavam na procissão motorizada em homenagem a São Cristovam – padroeiro dos motoristas.

Querer ser como meu pai. De fato eu quero sim! Não, não quero ser caminhoneiro, mas quero ser como ele! Ser uma pessoa feliz, que por onde passa irradia a sua alegria; por onde anda agrada um e outro; por onde se encontra movimenta um grupo de pessoas e sem que aquilo seja forçado e torna-se facilmente o centro das atenções. Um marido amoroso e um pai afetuoso, ainda que com poucas palavras, mas com um olhar que diz tudo. Uma pessoa querida por todos, de bem com a vida, temente a Deus, e que deixa como legado, não o caminhão, e sim a postura de um gigante das estradas. Postura de integridade que nos permite a cada dia andar de cabeça erguida. Postura de luta, que mesmo em tempos de crise no transporte de cargas – com roubo de caminhão em 1999, doença da vó Nica durante alguns anos e outras coisas mais – deu a seus dois filhos a benção de se formarem no ensino superior - eu inclusive em universidade paga. (Acho até que isso é meio piegas, tudo bem)

Não ganhei o caminhão do meu pai pra trabalhar, mas recebi a orientação e a educação para ter a minha própria profissão. E com tudo isso, poder ver meu pai emocionado, comemorando comigo cada passo dado e cada vitória alcançada, como diria o mastercard: não tem preço.

Talvez o único ranço que tenha ficado dessa história toda é quando eu estou dirigindo e o motorista profissional está ao meu lado. O que tenho pra dizer sobre isso é que: como co-piloto ele é um ótimo, excelente e magnífico PAI.

Senhor Deus, obrigado por me dares Glauber Jeske Decker como pai.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Deus é fiel

Queridos... Por enquanto só tenho uma coisa pra dize a vocês: DEUS É FIEL!!!

Muito em breve, quero compartilhar mais essa experiência com esse Deus que me surpreende a cada dia.

"Cada dia para Ti eu viverei
Cada dia seguirei Teu coração
Cada dia, eu Te amarei, Senhor."

Abração!!!!