Ao acordar na manhã de hoje (27), muitas coisas passaram na minha cabeça. Claro que só após o soar do quinto soneca do meu despertador do celular. E olha que o meu soneca é de 10min. Mas detalhes a parte, o troço tava bruto. O gaudério diria que o frio tava de renguear cusco. Foi penoso pra sair debaixo da “penosa”. Mas ainda no quentinho me vieram alguns pensamentos à mente. Um bastante triste, ao tentar imaginar quantas pessoas teriam morrido de frio nessa noite. Gente que vive na rua, idosos, sei lá. Me lembrei do frio descomunal que a minha avó sentia em dias de inverno, semelhantes ao de hoje. Outra coisa foi uma filosofia que sempre fico imaginando se ela é real ou é mais um mito de Pelotas: o tal do frio úmido.
Uma das coisas que Pelotense sempre garganteia é que na Serra pode ser mais frio, com temperaturas mais baixas, mas a sensação térmica em Pelotas nos faz sentir “muito” mais frio. Tudo em função da tal umidade. Mas pro senso comum, alguém se arrisca a explicar o tal do frio úmido? Pois bem, eu tenho uma explicação que carrego sempre junto comigo. E essa excelente descrição foi trazida por uma grande amiga, moradora da Serra Gaúcha, mas que já teve a experiência de alguns invernos na Princesa do Sul.
Em uma visita a essa amiga, reunido em um grupo de velhos e novos amigos, conversa vai e conversa vem, sou questionado por um caxiense sobre o tal do frio úmido. É então que, em sua ligeireza, essa amiga esclarece: Imagina que tu tá em Pelotas e tá aquele baita frio. Quando vê, sem tu te dá conta os teus pés esfriam. Te ralasse, por que eles NUNCA mais aquecem! (claro que o sotaque de Pelotas é por minha conta...)
Mas a verdade é que com frio úmido ou seco, quando o troço aperta não se tem outra escolha. O negócio é BOTAR as calças e CALÇAR as botas. Mas se continuar assim, o cerolão também vai ter que se apresentar...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Disse que ia, não fui, acabei indo, mas não sei se deveria ter ido...
Não sei se esse seria o texto para iniciar um novo momento de se jogar palavras em um blog, já, um tanto quanto, esquecido. Uma promessa de ressurreição que passou o terceiro dia, o terceiro mês e nada... Promessa de homens, papo furado. Pra quem me conhece deve estar enxergando a minha cara a ler isso. Não diz nada, mas ao mesmo tempo explica um bocado de coisa. Ou não. Vai saber...
Depois de muito tempo de nem sequer olhar para o meu blog, fui ver se o Google já tinha tirado meu endereço do ar. Tive a confirmação de que não. Lá estava ele, com minha última postagem em 08 de agosto de 2010. Postagem essa que dizia que eu retornaria a escrever para talvez uma meia dúzia que não tenha o que ler, ou que de fato consideram alguma coisa do que eu digo. Não sei pra que ou por que.
A minha surpresa foi que nessa última postagem encontrei quatro comentários... Três deles de um anônimo querendo ver algo esperado. Não a toa, pois a expectativa fora criada. Porém, nada aconteceu. Pois está aí um bom tema...
Quanta expectativa que a gente cria em cima de algumas coisas que não resultam em nada. Quanta frustração em um mundo que nos oferece tudo, mas que na hora do “pega”, não nos entrega nada. Na área de marketing a gente fala que a satisfação é a diferença entre aquilo que foi entregue, daquilo que foi oferecido (divulgado, prometido). Uma equação bem simples: [entrega – oferta = nível de satisfação]. Quando temos uma boa propaganda de algo, nossa tendência é criar uma expectativa grande sobre aquilo. Com uma expectativa não correspondida, o nível de satisfação baixa... Moral da história: frustração.
Mas não to voltando a escrever aqui por que estou frustrado, talvez um pouco, por não conseguir fazer o que eu quero, e o que eu não quero acabo fazendo... Acho que o apostolo Paulo já havia falada algo sobre isso...
Mas bem... Para aqueles que esperavam um grande retorno, desculpem não satisfazer as expectativas. Foi tudo o que consegui fazer em um feriado, frio e úmido, com uma saída frustrada e depois de uns quatro cálices de vinho.
Idéias para redigir não faltam. O que falta é a atitude frente a duas possibilidades: cestiar ou teclar... Mas vamos à luta... Vamos vivendo... Um passo depois do outro. E histórias devem aparecer. Ou não..
Depois de muito tempo de nem sequer olhar para o meu blog, fui ver se o Google já tinha tirado meu endereço do ar. Tive a confirmação de que não. Lá estava ele, com minha última postagem em 08 de agosto de 2010. Postagem essa que dizia que eu retornaria a escrever para talvez uma meia dúzia que não tenha o que ler, ou que de fato consideram alguma coisa do que eu digo. Não sei pra que ou por que.
A minha surpresa foi que nessa última postagem encontrei quatro comentários... Três deles de um anônimo querendo ver algo esperado. Não a toa, pois a expectativa fora criada. Porém, nada aconteceu. Pois está aí um bom tema...
Quanta expectativa que a gente cria em cima de algumas coisas que não resultam em nada. Quanta frustração em um mundo que nos oferece tudo, mas que na hora do “pega”, não nos entrega nada. Na área de marketing a gente fala que a satisfação é a diferença entre aquilo que foi entregue, daquilo que foi oferecido (divulgado, prometido). Uma equação bem simples: [entrega – oferta = nível de satisfação]. Quando temos uma boa propaganda de algo, nossa tendência é criar uma expectativa grande sobre aquilo. Com uma expectativa não correspondida, o nível de satisfação baixa... Moral da história: frustração.
Mas não to voltando a escrever aqui por que estou frustrado, talvez um pouco, por não conseguir fazer o que eu quero, e o que eu não quero acabo fazendo... Acho que o apostolo Paulo já havia falada algo sobre isso...
Mas bem... Para aqueles que esperavam um grande retorno, desculpem não satisfazer as expectativas. Foi tudo o que consegui fazer em um feriado, frio e úmido, com uma saída frustrada e depois de uns quatro cálices de vinho.
Idéias para redigir não faltam. O que falta é a atitude frente a duas possibilidades: cestiar ou teclar... Mas vamos à luta... Vamos vivendo... Um passo depois do outro. E histórias devem aparecer. Ou não..
domingo, 8 de agosto de 2010
Tá bem... tá bem...
Tá bem pessoal... eu prometo que dentre em breve vou escrever alguma coisa que preste aqui nesse blog. Tá horrivel isso com atualização uma vez por mês, e ole lá... Mas assim, nesses últimos dias tenho me dedicado a umas leituras pra preparar meu artigo da disciplina do mestrado. Confesso que tô apanhando tipo bicho... Mas acho que vai emplacar. Tenho que entregar até o dia 23.
Em seguida devo escrever algumas coisas aqui, um tanto quanto interessantes... eu espero.
Abs!
Em seguida devo escrever algumas coisas aqui, um tanto quanto interessantes... eu espero.
Abs!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
O que eu tenho escutado...
O que eu tenho escutado. Sempre fico me perguntando sobre aquilo que escuto. No carro, o rádio de dial manual a sintonia fica sempre na Atlântida. Mas quando posso escolher alguma música, ultimamente tenho escolhido ouvir Thalles Roberto. Além de ouvir, eu tenho indicado pra muita gente também. O cara foi produtor musical do Jota Quest, mas agora, em carreira solo, tem se dedicado a produção de música gospel.
Ai em baixo tem um clipe dele de uma das músicas do CD "Na sala do Pai". As canções falam muito em torno da parábola do Filho Pródigo - uma das passagens que traduz a essência do amor de Deus.
Abração!!!
Ai em baixo tem um clipe dele de uma das músicas do CD "Na sala do Pai". As canções falam muito em torno da parábola do Filho Pródigo - uma das passagens que traduz a essência do amor de Deus.
Abração!!!
terça-feira, 29 de junho de 2010
O caso da Ponte
No dia 18/06 o grupo de comunhão Conversas no Caminho se reuniu pra mais um encontro, depois de quase um mês sem atividade. Fizemos uma atividade que incendiou o encontro. Transcrevo pra cá a dinâmica para travarmos uma discussão sobre quem é o mais culpado pela situação e o por quê?
Fiquem a vontade...
_________________________________

JOÃO era casado com MARIA e se amavam.
Depois de um certo tempo, João começou a chegar cada vez mais tarde em casa.
Maria se sentiu abandonada e procurou PAULO, que morava do outro lado da ponte. Acabaram amantes e Maria voltava para casa sempre antes do marido chegar.
Um dia, quando voltava, encontrou um BANDIDO atacando as pessoas que passavam na ponte. Ela correu de volta para a casa de Paulo e pediu proteção. Ele respondeu que não tinha nada a ver com isso e que o problema era dela. Ela, então, procurou um AMIGO. Este foi com ela até a ponte, mas se acovardou diante do bandido e não teve coragem de enfrentá-lo.
Resolveu procurar um BARQUEIRO, mais para baixo do rio. Este aceitou levá-la por R$ 115,00, mas nenhum dos dois tinha dinheiro. Insistiram e imploraram, mas o barqueiro foi irredutível. Aí voltaram para a ponte e o bandido matou Maria.
COLOCAR OS 06 PERSONAGENS EM ORDEM DECRESCENTE DE CULPA, ISTO E, COLOQUE O NÚMERO 01 O MAIOR RESPONSÁVEL PELO QUE OCORREU E OS RESTANTES EM ORDEM DECRESCENTE, FICANDO O NÚMERO 06 O MENOS CULPADO.
Fiquem a vontade...
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O Caso da Ponte...
JOÃO era casado com MARIA e se amavam.
Depois de um certo tempo, João começou a chegar cada vez mais tarde em casa.
Maria se sentiu abandonada e procurou PAULO, que morava do outro lado da ponte. Acabaram amantes e Maria voltava para casa sempre antes do marido chegar.
Um dia, quando voltava, encontrou um BANDIDO atacando as pessoas que passavam na ponte. Ela correu de volta para a casa de Paulo e pediu proteção. Ele respondeu que não tinha nada a ver com isso e que o problema era dela. Ela, então, procurou um AMIGO. Este foi com ela até a ponte, mas se acovardou diante do bandido e não teve coragem de enfrentá-lo.
Resolveu procurar um BARQUEIRO, mais para baixo do rio. Este aceitou levá-la por R$ 115,00, mas nenhum dos dois tinha dinheiro. Insistiram e imploraram, mas o barqueiro foi irredutível. Aí voltaram para a ponte e o bandido matou Maria.
COLOCAR OS 06 PERSONAGENS EM ORDEM DECRESCENTE DE CULPA, ISTO E, COLOQUE O NÚMERO 01 O MAIOR RESPONSÁVEL PELO QUE OCORREU E OS RESTANTES EM ORDEM DECRESCENTE, FICANDO O NÚMERO 06 O MENOS CULPADO.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Mais uma vez entramos na reta final da nossa querida Fenadoce. São 19 dias de festa que valoriza a cultura doceira da nossa cidade.Ultimamente tenho até me tornado um pouco chato e até grosseiro nas minhas respostas sobre a Fenadoce. Pra mim, particularmente, é um período de bastante estresse, principalmente a primeira semana. Como a Universidade sempre tem estande, todos os preparativos quanto ao layout do espaço, recepcionistas, alimentação e todos esses orçamentos que circundam tudo isso fica por conta da Assessoria de Comunicação e Marketing. A Gabriela é quem sempre faz a linha de frente, mas o estresse compartilhado também é grande, além de que uma vez que outra sempre se tem incêndios para serem apagados.
Mas fora tudo isso, a pergunta que sempre vem é a seguinte: “o que tem de diferente esse ano na Fenadoce?”. Eu com, toda a gentileza, tenho respondido com outra pergunta: “Por que ou pra que tu vai na Fenadoce?”. Eu digo que existem inúmeros atrativos. Eu vou pra fazer uma diferente, ouvir uma música ao vivo e comer na praça de alimentação, mas ultimamente tenho ido trabalhar mesmo. Tem gente que vai para ver e fazer compras, em especial casacos e roupas de lã; outros vão especificamente para comer doce – como se não tivéssemos doçarias abertas durante todo o ano; tem gente ainda que vai para andar nos brinquedos do parque. Até aquelas coisas que se acha que não servem para um evento desses, tem gente que vai e fica encantado. É o caso do meu irmão. Sempre quando ele vai fica um bom tempo entretido naquelas bancas que vendem produtos para cortar legumes e fazer umas coisas bizarras que na hora parece tri útil, mas depois que se compra é usado uma ou duas vezes apenas. Pois sim, ele sempre sai de lá com uma bugiganga dessas. Uma coisa que nasceu ano passado e foi incrementado nesse ano é o tal do desfile. No ano passado eu não assisti, por isso, talvez minha expectativa tenha ficabo meio alta. Sinceramente: não gostei! Mas o pior de tudo isso são algumas comparações deslumbradas ao dizer: "A Disneylandia Pelotense" - Faça-me o favor, bem menos...
Então... Essa é a Fenadoce. Uma festa que não se ganha mais doce na entrada. Mas mesmo assim as pessoas continuam indo, contrariando os pessimistas. Fala-se de coisas diferentes, mas a feira está anos luz a frente de muitos eventos dessa mesma natureza. A estrutura do Centro de Eventos é invejável, a gastronomia é diversificadissima, pra todos os gostos e bolsos, música de qualidade nos diferentes estilos etc. Acredito que posso até estar sendo simplório nas minhas colocações, mas um pouco é o que eu penso.
Tenho gostado do discurso do presidente da Fenadoce ao receber um elogio: “o parabéns é pra todos nós, a Fenadoce é nossa”, enfatiza.
Já que ela é de todos nós, fica aqui o desafio de o que poderia ser feito pra que a feira não fosse sempre igual... Além de criticar, qual a tua sugestão???
Era isso, aguardo os comentários...
terça-feira, 25 de maio de 2010
twitter.com/cldecker
Ressuscitei meu Twitter. Vou me puxar pra manter alguns comentários sobre as interfaces que tenho com o mundo – essa foi violenta... Algumas coisas sobre a minha rua (a Leop), minha casa, minha família, meus amigos, meu trabalho (at UCPel), meus estudos e da minha caminhada de fé em Jesus .
Então, aos meus seguidores, podem esperar algumas twittadas e aqueles que depois desse post vão querer me seguir, vai aí o meu endereço: www.twitter.com/cldecker
Grande abraço!!!
Então, aos meus seguidores, podem esperar algumas twittadas e aqueles que depois desse post vão querer me seguir, vai aí o meu endereço: www.twitter.com/cldecker
Grande abraço!!!
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